Como conduzir cursos e disciplinas de maneira isenta, sem que possa haver algum viés ideológico? Essa questão, comum a diversas áreas profissionais, também tem merecido atenção por parte das instituições formadoras da magistratura.
O tema é tratado pelo diretor-presidente da Escola Nacional da Magistratura (ENM), da AMB, Marcelo Piragibe, no artigo “Equilíbrio entre influência e independência na formação Judiciária”, publicado pela Revista Amagis Jurídica nº 13, Volume II, editada pela Associação dos Magistrados Mineiros.
O trabalho traz uma análise dos modelos de atualização e qualificação existentes, estilos de treinamento e de aprendizagem, bem como as normatizações internacionais sobre o assunto, além de sugestões de abordagens pedagógicas para a formação de magistrados.